sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Não sou do contra, já falei!

Por muitas vezes escutei que sou do contra. Que independente do motivo, a possibilidade de ir contra a grande maioria é grande. E contra, pelo simples fato, de não concordar com aquela visão que se tem de algo. Não concordo que assim seja- tá, eu sou mais ou menos do contra-. Na verdade tenho outra maneira de encarar as coisas. Não creio que tudo seja tão obvio e nem acredito que o ser humano possa ser tão cruel. Acho que as respostas podem estar camufladas em preceitos e clichês. Ninguém é tão inocente e ninguém é tão culpado em uma história, portanto, nada mais certo do que analisar qual a melhor verdade. Mesmo que isso lhe torne “do contra”.

Não creio que seja sempre a oposição, só tenho outra maneira de encarar a vida. Tenho valores bem definidos, crenças formadas, opinião espontânea e um toque de revolução. Uma vontade absurda de ir além do que é obvio uma vontade de mudar paradigmas e de mudar todas as primeiras impressões. Detesto julgamentos, pessoas curiosas e intrometidas. Faz parte de mim, não me importar com a vida alheia. Pra mim tanto faz, quanto tanto fez o jeito com o que as pessoas levam a vida. Não espero que achem que a minha vida tem certo e errado – ah, isso é uma eterna discussão: o que é certo!? O que é errado!? Qual o parâmetro para tal definição!? -. Não me venha com falsos moralismos e conceitos prontos de castidade e pacificação. Até hoje nunca vi ninguém que nunca se irritou com nada. Também não me venha com prepotência e arrogância! Não nasci para agüentar egos que não cabem dentro de si.

O fato de ser ou não do contra, não é o foco, mas sim, causar polemica e discussões. Fazer com que as pessoas pensem um pouco no outro lado das situações, fazer com que as pessoas vejam que é possível ser vários sendo um só. Fazer com que um mesmo sorriso traga diferentes conotações e desperte diferentes interpretações. Fazer com que descubra que o mesmo dia chuvoso, pode ser a salvação como o verdadeira destruição.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Ausência e a não presença!

aii, a tecnologia, a modernidade, essas novas invenções.... Chega até se engraçado como todas essas inovações tecnológicas nos deixam mais perto das pessoas. Em qualquer lugar é possível ouvir a voz, ver os rostos, saber o que se pensa, descobrir passados, enfim , em instantes podemos saber de tragédias ou glórias de qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo.
Mas toda essa facilidade, creio, que nos deixa muito acomodados. Mandamos um simples sms e achamos que é o suficiente para expressar o que sentimos. Ou pior, deixamos recados e depoimentos expressando sentimentos que nem de longe são reais.
Quantas vezes substituímos uma visita por um e-mail, um recado? Quantas vezes deixamos de dar um abraço e ligamos para justificar tal ato? Quantas vezes culpamos o tempo por não estarmos vivendo junto a alguem ?
E a tecnologia que aproxima, ameniza a saudade, que faz os sentimentos aflorarem, também é aquela que nos deixa relapsos, acomodados e cheios de vontade de estar perto. Ver fotos, assistir a videos, ler recados, e-mails, cartas.... enfim qualquer meio de comunicação que não necessita do contato, da presença, se fazem tão indispensáveis, tão necessários, tão eficientes. Mas, nada é melhor que olho no olho, abraços, olhares, risadas, expressões corporais, toques, nada é melhor que a presença.
A nossa vida hoje se faz para compensar a ausência , mas em muitos casos pagamos o caro preço de não estarmos presentes.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Meu caso!

Estou tão feliz! E, estou de besta. Sem motivo especial, sem nada novo, sem nada que faça a diferença. Mas estou bem feliz.
Um sorriso sempre domina minha face sem que eu pense ou faça algum esforço para expressa-lo. -Tá, que eu sempre vivo dando sorrisinhos alheios é fato, mas...-.
Estou feliz por ter amigos, por ser amiga, por estar perto, por estar longe, por dormir pouco, por poder acordar mais tarde. Parece tonto, alias é bem tonto. Essa bauruense aqui fica feliz por achar um ônibus que chegue no destino mais rápido, fica feliz quando a aula começa mais tarde. Fica feliz quando recebe uma mensagem de algum dizendo que está com saudades. Fica feliz quando alguem que está perto diz que você faz falta. Fica feliz quando alguem diz que lembrou de você por alguma razão. Fica feliz quando tem companhia para voltar ou ir para algum lugar.E essa, é a mesma bauruense que não tem tempo para responder recados, que não lê todos os e-mails, que não pode ficar até tarde na internet conversando com quem está longe porque tem que acordar cedo e se manter desperta durante o dia todo, que está sempre atrasada, que quase nunca pode ir a algum lugar diferente de seu cronograma.....
Motivos para sofrer sempre há, motivos para ficar com dó de si mesmo sempre existe. Mas quem tem objetivo, sonho, vontade, amigos não tem o direito de achar que é merecedor de pena. Esse é o meu caso! Eu me enquadro nessa parcela da população. Tenho tudo que preciso para ser feliz, e tenho obrigação de assim ser. Sendo assim, preciso expressar com sorrisos, abraços, elogios, momentos tudo o que as pessoas proporcional a mim. Queria poder ficar mais com quem eu gosto, mas não dá. Não sou duas, ou três, ou até mesmo onipresente( mas, bem que eu amaria assim ser). Não dá para estar aqui e acolá tão rapido. Não dá para juntar tudo e todo mundo no mesmo lugar. Não dá mais para fazer parte ativamente da vida de quem eu fazia. Convivo aos poucos, com poucos, e por pouco tempo. Mas amo muito, muita gente, com muita força e por muito tempo.
Sou feliz por coisas poucas, por poucas coisas, por motivos poucos, e por motivos.Sou feliz por que gosto, por que não gosto, por que amo, por que não amo, por que sei, por que não sei. Por assim ser, e por assim não ser! Sou feliz por estar perto, por estar longe, por poder ficar, e por não poder. Sou feliz por ir, por sair, por chegar e por partir. Sou feliz, estou feliz e assim espero estar.
Afinal esse é o meu caso. Meu caso é particular, peculiar, único, meu e de mais ninguém!



sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Sejamos sempre sinceros vai!

Matanza.... Tempo Ruim

Eu me despeço de todos vocês
Muitos aqui não verei outra vez
Fora o inverno e o tempo ruim
Eu não sei o que espera por mim
Mas pouco importa o que venha a ser
Se eu tiver um dia a quem dizer

Quero que a estrada venha sempre até você
E que o vento esteja sempre a seu favor
Quero que haja sempre uma cerveja em sua mão
E que esteja ao seu lado, seu grande amor


Sejamos sempre sinceros vai!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Meu sol, meu calor!

Começo de Novembro, já era chegada a hora de manhãs quentes, de tarde ensolaradas, noites agradáveis, de blusas coloridas, calças confortáveis, de cabelos ao vento, de óculos de sol. Já estava mais do que na hora de dias com ares de felicidade, chuvas de verão, de coisas que só são possíveis quando estamos nesse clima de verão...
O clima no verão é outro, as pessoas são mais leves, os rostos são mais claros, o dia parece ser mais longo, há mais disposição, há mais beleza, há mais brasilidade nas coisas.
Esse tempo quente, de sol forte, de suor escorrendo pelas costas, esse clima de verão, me trás na memoria tantas coisas que eu amo lembrar. Me faz sentir saudade de um tempo que não irá voltar mais, mas que é tão incrível saber que vivi. Trás a tona minha vida de antes, meus amigos de antes, minha casa de antes, meus momentos de antes.Um flash back único, só meu, que só eu sei o quanto é bom! Estou com tanta saudade da minha cidade, das minhas conversas, das minhas amigas, dos meus amigos, das minhas noites em baladas, nos bares, nas casas, nas ruas, nos carros.....
Estou sentindo falta da minha infância, da minha adolescência, do meu verão!!
Ahh meu verão!!!
Vontade de ficar horas com eles. Vontade estar pra sempre com eles. Vontade de ficar no sol, vontade de tomar sorvete, vontade de passear de tarde, vontade de sair de noite, vontade de respirar ares de verão.

Minha cidade, meus amigos, minha historia, meu calor, minha sombra, meu orgulho, meu amor!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Mas hoje tá dificil

Está tão difícil fazer o que parece ser mais certo e que não é a vontade. Está tão difícil abandonar esse egoísmo, abrir mão disso. Está difícil ser honesta e mostrar uma verdade que não está cotada para ser revelada.É tão difícil ser corajoso, é porque me falta ( além da vontade)uma coragem estranha, que nunca imaginei que precisaria ter, sempre achei que já estava comigo, e errei.
O comodismo talvez seja o pior inimigo da atitude. Ele impede que muita ação seja tomada, que algo seja mudado, afinal certas atitudes mudam o rumo das coisas.
Acho que uma das minhas características mais forte é a justiça e a lealdade. E está difícil passar por cima delas, isso é ruim provoca uma sensação de incapacidade. Mas essa mesma justiça e lealdade me impedem de tomar certas atitudes, alias certa atitude. Por elas deveria agir e e ainda por elas não quero. O dever e o querer são tão antagônicos nesse caso! Está tudo tão relativo, tudo tão junto, mas ao mesmo tempo tão obvio!
Fazer algo que no final das contas se sabe muito bem o resultado, e que se não fizer também!
Sempre preguei atitude, sempre fui a primeira a dizer que a nossa vida está em nossas mãos e cabe a nós traçar o rumo, não nego a verdade disso, mas hoje está difícil!

domingo, 26 de julho de 2009

Bora pra anarkilópolis ?! ^^

É,em anarkilópolis cada um manda no seu nariz por isso que o povo lá é feliz !
Se anarkilópolis existisse eu já estaria lá a um bom tempo.
A cada dia me convenço mais que as diferenças entre as pessoas é o deve guiar nossas atitudes. Cada um pensa de uma maneira, as vezes encontramos pensamentos parecidos, mas não se iluda, nunca irá encontrar alguem que em tudo se assemelhe os pontos de vista. Justamente por isso é altamente invasivo impor certo e errado às pessoas, - mais uma vez me pego falando sobre o certo e o errado- não há como afirmar se existe um certo e um errado. Cada qual faz seu julgamento, sendo que esse é embasado na sua historia de vida, no que acredita, no que lhe foi passado por terceiros, aos lugares que esteve, a sua personalidade, entre tantas vertentes que são exclusivas. Dessa forma essas particularidades irão resultar em avaliações diferentes para uma mesma situação.
Existe quem acredite que a vida é unica, outros acham que é eterna, outros não acham nada... E quem vai apontar o certo e o errado? E pior, se sequer sabemos definir o que realmente é a vida, como podemos dizer como ela deve ser vivida!? Como !?
Isso é um paradoxo, é utópico, é irreal, mas é fato. Mas se é fato não se pode ser irreal e nem utópico!
Vivemos em uma eterna mania de dar satisfação, e eu me pergunto, porque!? Muitas vezes, sem que percebamos, temos aquela duvida: E como eu vou explicar isso se alguem me perguntar?! Nesses momentos é que eu me intrigo, explicar porque!? pra quem!? qual é a lógica de explicar ações, pensamentos, vontade, medo, falha, sucesso?!
Gostamos de dar explicações, de mostrar os porquês, e acho isso um grande tiro no pé. Um dia você terá vontade de agir sem dar satisfação, de mandar cada um cuidar de seu próprio nariz e ai, você perceberá que é mais complicado, que em toda sua vida você cometeu um erro. Quando fazemos isso, acabamos com a nossa individualidade, com a liberdade, com a nossa vida intimidade. Sempre que estivermos preocupados com a satisfação, explicação, com o relatório que temos que entregar não saberemos a verdade dos momentos. Por que justificar não é relembrar, recordar, é procurar os acertos, camuflar os erros, e entregar de bandeja tudo aquilo que aos poucos se conquistou. Sendo assim, não devemos ler nenhum relatório, não devemos pedir isso. A vida é feita de ação e reação, enquanto alguem se interessar na casa do vizinho, sempre haverá muros altos.
Boa, em anarkilópolis tem muros?!