segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
O que é o amor?
O que é amor?
Uma grande duvida, a qual, cada ser humano tem o direito de definir e escolher como expressá-lo. Sem definição correta, sem o concreto, sem o abstrato, sem o tato, sem porquê, razão, sem motivo, por impulso, por motivação, por certeza, por vontade, por medo, por gosto, por raiva, por desgosto, por carinho, por conseqüência. Enfim, o que amor?
Porque se busca tanto entender o conceito de tal palavra, de tal ato, de tal sentimento, de tal metáfora. Seria tudo isso verdade, ilusão, certeza, coração? Algo vendido, comprado, feito, criado, descoberto. Uma busca incessante, um caminho sem volta, a nossa volta.
Dentre tantas formas de amar, está a escolha do que amar, por quanto tempo amar, qual a razão de amar, qual intensidade amar.Sim, mais difícil que definir, é sentir, camuflar, enganar, se enganar. Mais complexo é pensar em tudo, é racionalizar o que não é racional.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Precisa acontecer alguma coisa meu bem !
A minha vida anda muito bem formatada. Presa a horários, a lugares, a poucas funções. Estou precisando de um pouco de Carnaval na minha vida. Preciso ser um pouco mais Vany.
Não estou aqui reclamando da estabilidade, longe disso, só estou relembrando os momentos que fazem a vida um pouco mais empolgante. Quero o imprevisto, a loucura, a vontade de ser e fazer, a liberdade e o espaço para assim ser.
A monotonia nunca foi a minha amiga, alias não nos damos bem! A inconstância e a vontade de ser mais me fazem, me definem.
Tô precisando variar, criar, causar!
Quem sabe um novo amor, ou uma paixão avassaladora ou até mesmo um novo passatempo?
é, como diria Raul:
" Tem que acontecer alguma coisa neném. Parado é que eu não posso ficar
Quero tocar fogo onde bombeiro não vem
Vou rasgar dinheiro, tocar fogo nêle, só prá variar ".
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Bom mesmo é quando faz mal, será ?
O que separa o bom do ruim, nesse caso, é tão pouco que eu vivo sem saber definir o que eu acho de tudo isso! Ou melhor, o que acho de só isso.
Não sei se tal situação é algo que faz bem ou não. Não faz bem a minha vaidade, isso é fato. Mas mata minha vontade, desperta feminilidade e provoca meus instintos. Faz mal a minha consciência, mas faz bem ao meu corpo. Polui meus pensamentos, me provoca ódio, prazer, vontade, raiva, passionalidade, crises de julgamento, coloca em xeque minhas verdade e valores….
Não sei se devo continuar, se devo parar, se é algo certo, se é uma brincadeira, se é alguma coisa, se é coisa séria, se é digno de pensamento, se é digno de sentimento, se é pra valer, se é para passar o tempo. Não sei se quero, se preciso, se faz parte do jogo, ou se é uma história à parte. Não sei se quero mesmo saber de tudo isso.
Só sei que está difícil toda essa confusão que me causastes. Não me arrependo, talvez até faria mais uma vez, talvez não. Como saberei ? O que importa saber também. Sinto falta de coisas que eu tanto repugnava. Fui traída pela minha cumplicidade. Fui traída pela minha verdade, pelo meu sentimento de auto- suficiência. Foi no meu desabafo que eu tracei o caminho para o fracasso. Disse coisas de mais a quem, hoje, pensa antes de me dizer ou fazer algo. Fui demais com quem hoje é de menos. O que eu fiz? O que eu deixei de fazer? Está certo o que eu estou fazendo? O que é mais definitivo na vida de alguém: o passado, o presente ou o futuro? A ausência ou a presença? O conceito de amor ou de necessidade? A verdade sincera ou a mentira singela? O que devemos saber para conviver ?
A minha independência parece que se tornou dependência!